por isso eu amo são paulo!!!

28 07 2009

“Uma ampulheta instalada na Praça Oswaldo Cruz, na região da Avenida Paulista, chamava a atenção de quem passava no local na manhã desta segunda-feira (27). Com um cigarro dentro e o símbolo da lei atifumo no topo, a instalação faz a contagem regressiva para a regulamentação, que entra em vigor no estado de São Paulo no dia 7 de agosto e proíbe o fumo em locais fechados de uso coletivo. “

sp sem cigarro

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arte das ruas

25 02 2009

sou totalmente a favor das intervenções artisticas nas paredes da cidade.

são paulo é um exemplo de como lidar e como não saber lidar com isso. depois da decisão da cidade limpa, o prefeito mandou pintar de cinza todas as paredes “pixadas”, menos os amarelinhos (aka os gêmeos). já começou errado, pintar de cinza, são paulo? a cidade mais cinza do planeta! devia se ter pensado em como fazer essa re-pintura, devia ter sido pensado como a cidade poderia ter ficado ainda mais bonita. mas é mais facil mostrar trabalho fazendo coisas faceis e que o povo que não ta nem ai pra que esteja cinza, ache bom pois está tirando a “pixação” das paredes.

os gemeos 1

os gemeos 2

ao mesmo tempo, algums artistas paulistas estão sendo valorizados e suas obras sendo respeitadas. porém ouveram alguns incidentes com essa ação de pintar os muros “ilegais” de cinza, Vitor Hugo Brandalise do Estado de São Paulo conta melhor essa história:


Mais um grafite da dupla de artistas osgemeos, os irmãos Otavio e Gustavo Pandolfo, foi apagado pela Prefeitura. Desta vez, a obra destruída ficava no Brás, na parede de uma loja de ferramentas, e foi criada a pedido do Estado para homenagear a cidade no dia de seu aniversário. “Autorizei o grafite porque acho que o trabalho embeleza minha loja e a protege dos pichadores”, diz um dos proprietários do estabelecimento, Márcio Moreira – que lança questionamento: “Quer dizer que não há liberdade para fazer arte nem na própria parede?”
Os jatos de tinta cinza que cobriram o desenho da dupla na terça-feira – uma representação estilizada de um grafiteiro, disposto a “colorir o cinza da cidade”- fazem parte de outro capítulo da luta dos artistas contra a empresa contratada pela administração municipal para apagar seus trabalhos. Nesse caso específico, ninguém ficou feliz. “Atiraram tinta cinza na parede, mesmo que minha fachada seja azul. Aí fica essa cor horrível, cinza com azul, algo que não autorizei. Ninguém pode dizer que isso fica mais bonito assim”, diz Moreira. A loja de ferramentas fica na esquina da Rua Mem de Sá com a Avenida Radial Leste. “O grafite dava um ar moderno. Agora, vou ter de pintar de azul novamente”, lamenta.
A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras admite que a equipe responsável pela recuperação de fachadas da região da Mooca e do Brás apagou a obra por engano. O secretário de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, segundo informou sua Assessoria de Imprensa, diz que vai “entrar em contato pessoalmente” com o proprietário da loja onde estava o grafite para “ver como isso pode ser reparado”. A Subprefeitura da Mooca ainda informou que, entre as equipes que percorrem as ruas em busca de pichações, há sempre um “agente especializado em pintura”, para “tentar evitar enganos”.
Os grafiteiros osgemeos já não se surpreendem ao ver suas obras cobertas de tinta cinza – somente na região do Brás e da Mooca, um dos primeiros redutos do grafite na cidade, já tiveram mais de 20 trabalhos apagados por agentes da Prefeitura. Em toda a cidade, eles contabilizam cerca de cem grafites apagados – nem todos, porém, tinham autorização para serem pintados.
O amparo legal para a Prefeitura disparar tinta cinza em edificações privadas é concedido pela Lei nº 14.451, de 2007, que institui o programa antipichação do Município. O texto da lei, porém, prevê que estão “excluídos do programa os grafites efetuados em imóveis particulares ou próprios municipais, autorizados pelo proprietário ou autoridade municipal competente”. Para evitar novos erros e “afinar os critérios entre o que é grafite e o que é pichação”, o secretário Andrea Matarazzo “já fez diversas reuniões com os grafiteiros, e vai continuar fazendo”, segundo sua assessoria.
O caso mais famoso de “engano” envolvendo o trabalho dos grafiteiros osgemeos aconteceu em junho do ano passado, quando foi apagado um mural de 680 metros no acesso da Avenida 23 de Maio ao Elevado Costa e Silva, o Minhocão. “Nos dois casos, estávamos autorizados: um pelo poder público, outro pelo dono da parede, e apagaram assim mesmo”, disse Otavio. “Achamos que essa situação vai se resolver, mas vai demorar quanto?”

acho que não deveriam haver regras para essas intervenções, acho que o numero de atos reais de vandalismo seria bem menor do que as reais intervenções artisticas que poderiam existir, caso houvesse essa liberdade.

a seguir algumas intervenções interessantes:
genius no bueiro

amor no muro

beleza da destruição

e um site interessante sobre arte de rua:

lost art